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Platão e um ornitorrinco entram num bar...

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Estava eu a procura de um tema interessante, inspirador, para minha delícia de escrever... a primeira vista nada me ocorria, mas enquanto caminhava para casa, no tradicional frio curitibano, pensava (para manter algo funcionando naquelas condições climática...) no que poderia tratar... Lembrei da última experiência interessante (das que pretendo contar aqui) que ocorreu nesta semana. Comprei livros, comprar livros é tudo de bom... e um deles, cuja leitura me atraiu logo e fez-me colocá-lo em primeiro na fila é "Platão e um ornitorrinco entram num bar...", a filosofia contada com humor...e vou aproveitar para compartilhar um trecho. Diz, um dos capítulos, "a existência precede a essência". Se você concorda com essa frase, você é um existencialista, se não concorda, continua existindo, mas está essencialmente por fora do existencialismo. Quem estudou, ou estuda um pouco sobre a filosofia, logo se depara com uma tensão entre as ideias de adsoluto presentes em Hegel, e o estranhamento existencial que os filósofos existencialistas anunciam. Uma piada clássica nos ajuda, diz o capítulo do livro. Vemos ver:

Um homem está fazendo amor com a esposa de seu melhor amigo quando ouve o carro do marido chegando na casa. Ele se enfia no guarda-roupas. O marido entra, vai ao guarda-roupas para pendurar o paletó, vê o amigo nu lá dentro e diz:
- Lenny, o que você está fazendo aí?
Lenny cordatamente encolhe os ombros e diz:
- Todo mundo tem de estar em algum lugar.

Essa é, claro, uma resposta Hegeliana a uma pergunta existencialista. O marido quer saber por que Lenny está especificamente naquela situação, nu, na casa dele, no armário (que marido bobo, acrescento, que falta de leitura de mundo e de contexto, não sabe somas 1+1)...mas o amigo responde, por razões pessoas, a uma outra pergunta "por que alguém está em algum lugar em vez de em nenhum lugar?"...(pág. 134)

Sem dúvida a forma de entender e explicar filosofia muda dentro desta perspectiva apresentada pelos autores. Afinal, filosofia não é algo desconectado da realidade.. há sempre algo de importante que contribui para a compreensão de uma série de acontecimento... o fato é que muita gente não está interessada em compreender...apenas assistir... tudo... não abrindo a boca para falar bobagem depois...está tuuuudo certo.

Amigos

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Seguindo a inspiração de figuras...vamos ver esta...

os amigos nem sempre conseguem levantar você... mas fazem de tudo pra você não cair.

Pense nisso!

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Créditos ao Tiago Recchia

UFPR

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Passei na pós-graduação para o curso de Organização do Trabalho Pedagógico.

Voltando ao tempo de estudar...ai ai ai... vamos lá...

Me ajuda a fazer um lanche?

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Dia desses estava andando pelas movimentadas ruas de Curitiba... em pleno horário de pico...saída do trabalho.

Um fato, por si só comum em Curitiba, muito me surpreende e me intrigou. Fui parado por alguém que me pediu "me ajude a fazer um lanche, estou desempregado e faminto". Incrível, o pedido já é conhecido de quem caminha nas ruas da cidade, no entanto, quando se ouve um pedido desses, normalmente quem o profere está na calçada, caído, sujo, ou mesmo em pé maltrapilho, mas esse não era o caso daquela pessoa.

Se tratava de um homem, aparentando por volta de uns 40 anos, bem vestido, não com elegância, mas com higiene e discrição, no rosto amparava seus óculos de grau, tinha olhos profundamente humilhados. Foi uma cena impressionante. Eu não costumo dar dinheiro a quem pede, por dois motivos, o menor é que normalmente não carrego dinheiro comigo, e o maior é que normalmente não acredito que realmente o pedido seja por necessidade (aqui cabe um outra vasta discussão). Neste dia, abri minha pasta, minha carteira, raspei as poucas moedas que por acaso estavam lá e entreguei nas mãos do cidadão. Antes perguntei se ele não se ofenderia com apenas algumas moedas, ao que ele me respondeu com outra pergunta "porque eu me ofenderia?". Achei que poucas moedas seriam até indignas nas mãos daquele homem, talvez sua história fosse verdadeira e ele realmente estivesse desempregado (sei lá! eu podia ter dito que hoje haverá um multirão de empregos numa das praças da capital); o fato era que os olhos dele me fizeram ver o quanto ele se sentia envergonhado em pedir dinheiro para uma pessoa qualquer que passava na rua... o quanto a situação dele o deixava deslocado perante si mesmo...

Entre verdades ou mentiras, prefiri, naquele momento, a crença. Confesso que fiquei perturbado com a situação. Que estranho.

Que tal comentar o fato? Já aconteceu com você?

CASAMOS

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Minhas desculpas aos leitores do blog, se há algum fiel ainda, hehehe.

Quase um mês depois venho postar alguma notícia sobre nosso casamento. Então, Casamos!

Foi muito bonito... um momento de felicidade gigantesca nos nossos corações...

festa bonita... gente bonita e feliz compartilhando conosco... em breve pretendo colocar para poderem assistir o video com as fotos e músicas... tá bem bonito...mas por enquanto...vamos ficar com algumas fotos do casal...

Obrigado a todos que estiveram lá... Obrigado aos amigos queridos que estava ao nosso lado...

Abraços

AMOR - O presente de natal de Jociane

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Demorou um pouco.. estava com pouco tempo para postar. Mas estou de volta...

preciso ainda contar como foi, naquele ano, em que namoramos...

Ao final do ano, mais precisamente no natal, dei um presente especial para minha namorada linda.

No dia, ou melhor, na noite de natal, durante a troca de presentes, para aumentar a ansiedade dela, a deixei por último para receber o presente... e entreguei um rolinho marron com um laço bem bonito. Segundo descrição posterior dela, ela achou muito estranho aquele presente, mas, abriu. Ao desenrolar aquilo, ela fez uma cara de surpresa que foi impressionante, e engraçada. O rolinho, desenrolado, virou uma faixa, com os seguintes dizeres "Quer casar comigo?". Produção minha mesmo. Deu bastante trabalho, mas, o mais importante é que relatou, com emoção, o que meu coração sentia naquele momento. Ela riu, soluçou, ficou sem fala, e, como se não tivesse entendido, perguntou: "O que que é isso, hein?". Aproveitando da pergunta eu verbalizei o que estava escrito na faixa, e disse: "é isso aí, quer casar comigo? Se me disser que sim recebe a segunda parte do presente!" - tinha que garantir um SIM né, você não concorda? Deu um frio na barriga na hora, vai que ela dissesse que ia pensar... melhor nem pensar! E, quando ela disse "eu quero!", então, como um apaixonado da literatura eu me ajoelhei diante da minha bela e entreguei-lhe o anel de noivado. Ela ficou com os olhos marejados... e muito emocionada. Meu coração estava a mil. Estavamos noivos... na sequência, brindamos... ligamos para algumas pessoas para contar o presente de natal da Jo.

Outro dia coloco a foto dos presentes...

abraços...